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O mau comportamento tem jeito?

Quando uma planta está com as folhas caídas e amareladas, logo pensamos no que pode ter ocorrido, não é mesmo? Seria a falta d’água ou o excesso dela? Será que ela está pegando sol demais? Para ajudar essa planta, é preciso pensar no que os seus sinais estão nos comunicando.

O mesmo acontece com os nossos filhos. É muito importante estarmos sempre atentos a qualquer mudança em seu comportamento. Se a criança se joga no chão ou chora demais, se ela se esconde num canto da casa ou não se expressa de forma natural, é preciso pensar no que os pequenos estão querendo nos dizer.

Ao contrário do que muitos pais pensam, o mau comportamento nem sempre significa que a criança quer desafiar ou dominar o adulto. Além disso, é importante ter em mente que determinadas atitudes são esperadas para aquela faixa etária. Chorar e se jogar no chão, por exemplo, são comportamentos esperados em crianças de dois anos. Já para crianças de quatro anos, é natural uma tendência de fazer oposição aos pais.

De toda forma, precisamos ficar atentos, pois determinados comportamentos podem significar que algo não está certo. Além disso, é importante lembrar que as crianças, em especial as menores, ainda estão aprendendo a lidar com seus sentimentos e emoções, por isso, não é esperado que elas expressem verbalmente tudo o que estão sentindo.

Abaixo, listamos alguns exemplos de situações que podem estar contribuindo com o mal comportamento de seu filho e que você, muitas vezes, nem percebe:

  • Insegurança ou a certeza de ele não se achar importante;
  • Necessidade de extravasar as energias;
  • Medo, angústia, frustração, ansiedade, saudade, tristeza, decepção ou outro sentimento difícil de lidar;
  • Falta de conexão com os pais ou com o mundo ao redor;
  • Desejo de autonomia;
  • Sono, fome ou alguma necessidade física não atendida.

Não existe uma fórmula pronta, pois cada criança é única e possui suas próprias especificidades. O essencial é observá-las, escutá-las e estar sempre presente.

A nossa orientadora educacional, Mariza Queiroz, separou algumas dicas práticas sobre o assunto. Clique aqui para assistir!

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