Mopi na Olimpíada Brasileira de Biologia

Mopi rumo a mais um desafio! Após classificação na primeira avaliação da Olimpíada Brasileira de Biologia, nossos alunos Carolina Herkenhoff Colmerauer e Lucas de Menezes Kohn estão a caminho da próxima conquista. A dupla está entre os 130 estudantes do estado do Rio de Janeiro aprovados para a segunda etapa. A Olimpíada Brasileira de Biologia tem como entidade organizadora o Instituto Butantan, que promove projetos de pesquisas básicas e aplicadas, interessando-se por abordar diversos aspectos do pensar acadêmico, entre outros objetivos. A realização da competição também se mostra como um momento para prospectar talentos e captar novos pesquisadores.

“Considero a participação dos nossos alunos nas olimpíadas acadêmicas como uma prática bastante interessante e estimulante, além de servir como parâmetro para analisar os resultados do nosso processo educacional, que apontam para a certeza de estarmos preparando esses jovens para o futuro.”, comentou Hélcio Alvim, coordenador pedagógico do Ensino Médio, que tem acompanhado de perto a trajetória dos alunos participantes da OBB.

Segundo Carolina, a proposta da olimpíada partiu de uma vontade dos próprios alunos, que se esforçaram para participar ainda este ano, sempre com o incentivo da professora Amanda Abe. Biologia é sua matéria predileta, o que intensifica a emoção de estar partindo para mais uma fase. Lucas, de personalidade mais multidisciplinar, já esteve em outros certames. “Me empolga a ideia de tudo que virá após essa experiência. Pretendo cursar Astronomia e, dentro dessa área, há a Astrobiologia. Portanto, penso que isso pode me ajudar muito a obter êxito nessa jornada. Espero um retorno positivo que possa ser empregado nos meus futuros estudos.”, ponderou o estudante.

A segunda etapa da OBB é aplicada no estado do participante e aconteceu no último dia 25 de março. Carolina e Lucas passaram por um acompanhamento dirigido pela professora Amanda. Devido à antecipação da data da prova por parte dos organizadores, houve pouquíssimo tempo para o preparo. De acordo com Amanda, os alunos contaram somente com o conteúdo dado na sala de aula, que foi o bastante para a obtenção do acesso para o próximo nível. “Eles são bem engajados com o aprendizado e já estudam de forma autônoma. É importante ressaltar que o estudo não pode ficar restrito ao espaço e ao horário da escola. O conhecimento está em todo lugar. No Ensino Médio, costumamos incentivar bastante a autonomia, que não se trata de estudar sozinho, é ter a mediação do professor e ser capaz de encontrar seus próprios caminhos a partir dessa orientação.”, explanou a professora.

Para a prova do dia 25, a preparação foi feita através da resolução de enunciados passados, para que conhecessem a linguagem utilizada, somada à exploração de elementos mais aprofundados, o que antigamente se chamava de assuntos específicos, porque a olimpíada pede um pouco mais de aprofundamento e vai além do que é ensinado no Ensino Médio. A terceira etapa não é uma prova escrita. A avaliação é feita ao longo de um dia, por meio da participação de uma série de experimentos no Instituto Butantan. Desde já, desejamos muito sucesso ao Lucas e à Carolina. Que venham mais olimpíadas!